As 4 principais dúvidas sobre a introdução da alimentação complementar

Que maravilha aquela fase na que o bebê só toma peito ou mamadeira, onde o menu único se repete dia após dia e nem mesmo varia ao longo do dia: leite e ponto!

Não ter que pensar o que ele pode ou deve comer, como oferecer, em que momentos…

 

Muitas dúvidas acabam aparecendo mesmo antes de começar.

“Todos os bebês devem começar exatamente com a mesma idade? Qual a ordem da introdução de cada alimento? Quanto tempo devemos esperar entre um e outro alimento novo? Que alimentos não devemos oferecer até certa idade? Qual a textura? Tenho que dar sempre tudo amassado? É melhor liquidificar para que seja mais fácil para ele ingerir? Quantas vezes ao dia devo oferecer comida? E em que quantidade? Tenho que obrigar a comer? Tenho que ir reduzindo as mamadas ao peito ou ir substituindo as mamadeiras de leite artificial por comida?”

 

Sao muitas questões que causam até mesmo ansiedade nos pais que acabam experimentando essa fase do filho como algo angustiante e desagradável, já que o medo a errar é maior que a satisfação de ver como evolui e cresce o bebê.

 

Essa é uma fase maravilhosa e que devemos enfrentar com alegria. Nosso bebê já vai poder participar das refeiçoes em familia e pode chegar a ser um momento muito divertido para todos.

Os bebês sao curiosos por natureza e, a medida que vão crescendo, vão se interessando mais e mais pelo nosso mundo adulto. Eles não se conformam só com observar, querem sentir as texturas com as próprias mãos, os aromas, os sabores, as cores…

 

Eles nos observam as 24 horas do dia. Somos os seus modelos de vida, assim que vão querer nos imitar em tudo.

Com a alimentação não será menos. Existe, mínimo, 3 momentos no dia onde eles nos vêm manipular alimentos: sentem o cheiro, observam como levamos a comida à boca, como mastigamos… e repetimos esse gesto cada dia. É lógico que eles acabem criando curiosidade e desejando repetir a prática.

 

Provavelmente, o seu bebê vai encarar muito bem a introdução da alimentação complementar, já que para ele é uma forma mais de descubrir o mundo que lhe rodea, de conhecer coisas novas, enfim, uma forma mais de se divertir.

Realmente, o fim último do bebê nao será comer, será brincar e entre brincadeiras acabará percebendo que a comida também serve para matar a fome.

 

Muitos pais se estressam porque esperam que já nos primeiros dias o bebê coma um pratinho inteiro do que oferecemos para ele.

Com certeza vai haver dias em que você prepare a comida com todo o carinho e dedicaçao do mundo especialmente para ele e ele nao coma nem a quinta parte do que você colocou no prato. É uma questão de expectativa errônea. Não podemos esperar que ele coma o que achamos que deve comer. E menos quando se está começando a alimentação complementar.

 

Se trata de um processo e, como tal, requer um tempo de adaptação. Devemos ser muito conscientes disso para não levar decepções desnecessárias com o consequente desgosto.

 

O momento das refeições deve ser de descontração e alegria. Um momento de reunir a família e desfrutar vendo seu filho desfrutar.

 

4 grandes principios que devemos ter bem claros antes de começar a alimentaçao complementar:

  1. Quando começar a incorporar os novos alimentos
  2. Como devemos introduzir os alimentos novos no dia a dia?
  3. Quanta comida oferecer?
  4. Qual a ordem da introdução dos alimentos?

Sabendo isso, vamos encarar essa nova fase com muita mais tranquilidade e segurança e vamos poder nos divertir tanto como os nossos bebês.

 

Neste vídeo, eu explico direitinho cada um desses pontos para que você se sinta segura na hora de começar a introdução alimentar no seu bebê e, desde aqui, te incentivo a perguntar todas as dúvidas que ficarem pelo caminho e a me contar como está sendo a introdução da alimentação complementar do seu filhote.

Como sempre, beijo enorme e até o próximo post.

dr-sugiyama-font

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